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Fortaleça a ASSEPEMGS! Conheça Esta História...
Fortaleça a ASSEPEMGS! Conheça Esta História...

      Não é de hoje que os empregados públicos da MGS 

sofrem com as condições de trabalho. A  ameaça de

demissões, os cortes de direitos, assédio moral, entre

outros problemas, fazem parte do dia a dia dos

trabalhadores e trabalhadoras. Mas isso pode acabar,

pois há algum tempo, a resistência foi organizada

através da Associação dos Empregados Públicos

Estadual da MGS – ASSEPEMGS, Associação Sindical

que luta contra os ataques sistemáticos por parte da

empresa, do governo estadual e da prefeitura.

           

      Criamos a ASSEPEMGS em 2014, fruto de uma

série de lutas no ano anterior, contra as demissões em

massa provocadas pelo governo Anastasia e a tentativa

de privatização das Unidades de Atendimento Integrada

-UAIs. Liderados pelo Movimento Luta de Classes –

MLC, ao longo de todo o ano de 2013 foram 10

passeatas e atos de rua e ainda 12 paralisações

simultâneas em 11 cidades de Minas Gerais. No ano de

seu nascimento, a ASSEPEMGS lutou para unificar as

pautas dos trabalhadores da MGS independente do

setor ou município em que é lotado, e ainda com

demais pautas de outras categorias como eletricitários,

metroviários, professores, correios, trabalhadores em

processamento de dados, entre outros, pois

entendemos a importância de uma defesa classista e de

luta.

           

      Assim, enfrentamos com muita coragem todos os

ataques que o governo estadual, a MGS e a prefeitura

prepararam contra os trabalhadores. Em 2015 houve o

corte do adicional de periculosidade dos porteiros e

vigias, importante lembrar que várias entidades que se

dizem representante dos trabalhadores, concordaram

com a empresa e por consequência com o corte,

naquele momento, apenas a ASSEPEMGS disse NÃO!;

e organizamos manifestações na porta da empresa

reivindicando o direito legítimo dos trabalhadores.

           

      Em 2016 não foi fácil. Começamos com a ameaça

do corte do adicional de insalubridade dos hospitais.

Fizemos um ato na porta do Centro de Especialidades

Médicas do IPSEMG. Cerca de dois meses depois, a

Prefeitura de Belo Horizonte veio com a proposta de

demitir trabalhadores do BH Resolve ou de reduzir o

salário, entre a forca e a chibata, os trabalhadores da

MGS escolheram a luta e fizeram a primeira greve da

história do BH Resolve, que durante 5 dias não resolveu

o problema de ninguém, até que a MGS e a Prefeitura,

resolvessem os problemas dos funcionários! Não

aconteceu nem redução de salário e nem demissões,

houveram realocações dos trabalhadores indo para

outros setores da MGS. Ao mesmo tempo, a

ASSEPEMGS dirigiu a greve dos trabalhadores da

Farmácia de Minas, contra o corte da Insalubridade!

Também, com muita agitação politica, com

combatividade, enfrentando perseguições e assédios, os

trabalhadores cruzaram os braços e de cabeça erguida,

peitaram os desmandos da MGS e do Governo

Pimentel, a ação foi para a justiça, com grande

possibilidades dos trabalhadores reaverem seus

direitos. Duas grandes greves, duas importantes

vitórias!

           

      Mas não para por aí. A Reforma Administrativa do

Governo Pimentel propôs o fim da Imprensa Oficial,

onde estão lotados cerca de 200 trabalhadores da MGS,

lutamos junto com os servidores da Imprensa,

organizando manifestações de rua, participando de

audiências públicas e discutindo os malefícios dessa

reforma. Ao mesmo tempo, o Governo Pimentel,

reapareceu com a mesma proposta do Governo

Anastasia, privatização nas Unidades de Atendimento

Integradas! Foram feitas muitas reuniões e colocamos

em alerta todos os trabalhadores das UAIs em todo o

estado! Os primeiros alvos do governo foram as UAI

Barreiro e UAI Venda Nova, conseguimos evitar

demissões em massa que ocorreria nesses setores e

conquistamos as realocações para outros orgãos. Pois,

o que estava planejado era demitir cerca de 70

trabalhadores nas duas unidades e contratar mão de

obra privada recebendo menos de um salário mínimo.

           

      Nossa luta agora é para evitar 500 demissões que o

governo Pimentel planeja na rede FHEMIG.

Participamos de uma resistência com o Sindsaúde e

com o sindicato dos Vigilantes. Nossa luta continua sem

parar!

           

      A ASSEPEMGS sempre lutou para mantermos os

empregos e nossos direitos, para não haver

retrocessos. Mas precisamos avançar mais!

Fortalecendo a Associação Sindical para que

conquistemos mais direitos, como um Plano de saúde,

Plano de Cargos e Salários justo e melhores condições

de trabalho. Convidamos você para participar dessa

luta junto à ASSEPEMGS! As vitórias só acontecem

quando lutamos!

 

 

Filie-se à ASSEPEMGS!